Quarta-feira, Outubro 10, 2007

Entre o quase-não-sono e o não-sono, desenhou com o indicador uma teoria em forma de equação. Perfeitamente equilibrada, tudinho no lugar. Nada de tirar, nada de pôr. Tudo virou linha reta. Inclusive as curvas, já que elas não passam do encontro de infinitas linhas retas que vão para direções diferentes. Naquele resto de segundo encontrou a resposta. Pena que em não-sono se perdem os cadernos de ar.

Marina @ 00:58.